[Infográfico] 80 Erros Gramaticais que fazem você parecer um idiota

Ninguém esta livre de Erros Gramaticais, todavia quem trabalha com público deve evitar alguns erros considerados graves e que realmente pode por tudo a perder em um processo de venda ou recrutamento. Por isso é inevitável que você tenha conhecimento de todos eles para que possa evitá-los ao máximo e assim passar uma boa impressão para os seus clientes e seus prospectos, tanto em mensagens orais quanto escritas.

Não somente sua imagem faz diferença no processo de venda/recrutamento mas também seu conteúdo. Tenha em mente que as pessoas farão julgamento do seu projeto e a da empresa através da ótica que você oferece a elas. Devemos ter em mente a importância de falar bem e corretamente, de sermos claros em nossa comunicação, evitando assim mal entendido e problemas futuros porque seus clientes/prospectos entenderam errado a mensagem que você passou.

Pensando nisso estamos disponibilizando um INFOGRÁFICO com 80 Erros Gramaticais que farão você parecer um idiota. Caso você perceba que comete algum(s) erro(s) que esteja listado, crie maneiras para memorizar a forma correta, como por exemplo:

  • Anotar em uma cartolina ou quadro branco a forma correta do erro e manter em um lugar visível para que constante mente seja consultado;
  • Usar um gravador (pode ser o seu celular) para gravar a maneira correta de se falar e constantemente ouvir a gravação;
  • Quando o erro for de escrita, refazer cópias das sentenças para melhor memorização;
  • Repetir os processo descritos sempre que puder;

 

Mas agora vamos ao que realmente interessa! Aprender e subir mais um degrau no nosso desenvolvimento pessoal.

 

Infográfico Erros Gramaticais
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Espero que tenha ajudado qualquer dúvida é só perguntar nos comentários que responderemos assim que for possível. Tenha sempre em mente que o seu resultado vem do quanto você aprende e consegue colocar em prática.

Como começar a investir em ações em sete passos

Como começar a investir em ações em sete passos

Já imaginou investir no mercado financeiro? É um tanto quanto assustador, não é mesmo? Pois a ideia da Bolsa de Valores e de investir em ações parece algo bastante distante da realidade da maioria das pessoas e afasta aqueles que não possuem um acesso fácil a este novo mundo, repleto de possibilidades.

Mesmo para você que já deu os primeiros passos como investidor ao aplicar recursos em fundos de renda fixa ou em títulos do Tesouro Direto, e outras aplicações de menor risco, pode ter um certo medo de dar um passo além, já que o investimento em ações não tem a mesma garantia de retorno do dinheiro investido como nas modalidades citadas anteriormente. E faz sentido, pois é preciso um certo conhecimento e, qualquer decisão tomada errada ou no calor do momento, pode colocar tudo a perder.

É normal ter essa dúvida. Mas acalme-se que neste artigo vamos trazer orientações e dicas para que você perca o medo de investir em ações e comece a dar os primeiros passos nesse mercado, com total segurança, até você ter um bom domínio sobre esse processo.

E como isso é possível? Bem, vamos focar inicialmente em uma estratégia de investimento passivo, em que você terá apenas que comprar os ativos certos e aguardar que eles se valorizem por 10 anos ou mais. A ideia aqui é facilitar a sua vida, já que você não tem o conhecimento todo para analisar as ações e, no curto prazo, sair comprando e vendendo, ganhando e perdendo dinheiro. Com isso, você não precisará acompanhar o andamento do mercado de ações, dando tempo para os seus outros afazeres. Depois, vamos desvendando os passos seguintes para você se diversificar ainda mais seus investimentos. Vamos lá!

  1. Crie uma reserva emergencial

Antes de iniciar seus investimentos em ações, você deverá criar um fundo pessoal com uma reserva para emergências. Isso irá protegê-lo de qualquer problema que ameace seus investimentos. Por exemplo: caso você precise de algum dinheiro no curto prazo e não tenha um fundo emergencial terá que vender suas ações no mercado rapidamente, estando sujeito às oscilações normais de um mercado volátil, o que poderá fazer com que você perca muito dinheiro.

A sugestão é que sua reserva seja de pelo menos três vezes as suas despesas mensais mais importantes e que esse montante esteja aplicado em um investimento mais conservador e que possua alta liquidez. Como exemplo, podemos citar o Tesouro Selic, que os rendimentos correm de acordo com os juros da taxa Selic, que rege a nossa economia, e que pode ser resgatado antes de seu vencimento, com possibilidade de boa rentabilidade.

  1. Guarde dinheiro

Guarde dinheiro? Mas como assim? Eu já vou ter que formatar um fundo emergencial. Agora vou ter que juntar ainda mais? Sim. Mas calma, você vai entender. O item 1 sugere que você crie um fundo para utilizar em alguma emergência que não comprometa suas ações. Agora aqui é que você vai reunir o capital para começar a aplicar na Bolsa de Valores, correto?

Não há um valor mínimo para você começar a investir, mas recomendamos que você reúna pelo menos R$ 5.000,00 para início de conversa. Esse valor é para garantir que você tenha verba para cobrir custos de custódia e corretagem que poderão ser cobrados e que causarão um impacto grande na sua rentabilidade caso você invista valores muito baixos.

  1. Abra uma conta em uma instituição de corretagem

Quem deseja investir na Bolsa de Valores precisa antes abrir uma conta em uma corretora de valores. Essa pode ser uma tarefa complicada, ainda mais se você busca aquela que fará você gastar menos com taxas. Cada corretora tem o seu preço e você precisará pesquisar bastante para encontrar a melhor opção. Há casos que, dependendo do investimento, ele poderá até ser isento da taxa de corretagem. Você precisará estudar se o montante que você quer investir terá uma rentabilidade que valha a pena após o desconto dos valores pagos à instituição financeira.

Lá você deverá apresentar diversos documentos e também responderá a uma série de questionamentos, informando desde sua renda, dados pessoais e profissionais. Além disso, você passará pelo teste de suitability, uma vasta sequência de perguntas detalhistas que ajudarão a definir o seu perfil de risco e que tipo de investimento você estará apto a fazer.

  1. Compre fundos de índice

Uma ótima maneira de começar a investir na Bolsa de Valores é por meio dos fundos de investimento passivos, casos dos fundos de índice, ou ETF. Esse tipo de fundo é gerido por profissionais, assim como nos investimentos mais comuns, fazendo com que você não tenha que se preocupar com isso o tempo todo, menos ainda se voltar a escolher ações individuais, um processo bem mais complexo. Assim, você alcançará um resultado mais benéfico às suas aplicações.

Não há necessidade de buscar a diversificação das ações dos fundos de índice, pois eles já são diversificados, isto é, possuem várias ações diferentes. Esse tipo de fundo acompanha um índice específico, propiciando que você alcance um retorno médio do próprio mercado. Pode parecer pouco, mas, para um investidor que começa agora a dar seus primeiros passos no mercado de ações, trata-se de um belo início.

  1. Sempre que puder, adquira mais fundos

Após ter investido nos fundos de índice aquela verba separada para o início, você deverá destinar mensalmente parte de seu salário para comprar mais fundos deste tipo. Adotar a compra periódica de ações está dentro de uma estratégia de consolidar uma posição de forma gradual. Ou seja, ao invés de investir R$ 5.000,00 de uma vez com um dinheiro já armazenado anteriormente, você pode fazer contribuições periódicas de R$ 1000,00, por exemplo.

Isso permite que você possa adquirir ações de forma fixa não apenas quando o mercado vive dias bons, mas também quando ele está em momentos de baixa. Desta forma, você se habilita a comprar mais ações quando elas estão mais baratas, adquirindo menos quando elas estiverem caras, porque você sempre terá dinheiro para aplicar nelas.

Essa estratégia é indicada especialmente para que você obtenha resultados positivos no longo prazo. Isto é, pode ser que as ações fiquem no vermelho por um período, mas não quer dizer que não irá recuperar seu dinheiro. É preciso que você espere que elas subam para poder vender e não receber menos do que investiu. Por isso, calma e canja de galinha não fazem mal a ninguém.

 

  1. Aprenda o que puder sobre ações

Se você quer ir além dos fundos de investimento passivo, você deverá começar a adquirir ações individuais, muito mais voláteis no mercado financeiro. Para que sua empreitada dê bons rendimentos, é vital que você aprenda o máximo que puder antes de entrar nessa área que é bem mais arriscada.

Você pode utilizar o passo dado a partir deste artigo em que acumula capital por meio de investimentos de fundos de índice para estudar a respeito do mercado de ações individuais e aprofundar seus conhecimentos, seja por meio de livros, cursos, sites sobre investimentos etc.

Uma sugestão para ajudar ainda mais você a conhecer esse universo é buscar simuladores da bolsa online. Nele você poderá arriscar à vontade para conhecer como funciona o sobe e desce dos preços das ações, mas sem comprometer seu patrimônio. A Folhainvest (http://folhainvest.folha.com.br/) possui esse tipo de simulação, além de ser um bom canal de conteúdo sobre a Bolsa de Valores. Após cumprir esta etapa você poderá aplicar em ações individuais.

  1. Invista em ações individuais, mas vá com calma

Bem, depois de percorrer todo esse processo, se você se sente seguro em começar a arriscar mais, poderá investir em ações individuais. Mas permita-nos oferecer uma dica conservadora: faça isso de forma gradual e segura. A ideia é que você adquira uma ação por vez até completar a carteira desejada. Isso proporcionará uma maior proteção a você para o caso de ocorrer algum prejuízo nas ações individuais, já que você já estará resguardado pelos dividendos advindos dos fundos de índice.

Ainda assim é importante que as ações individuais não representem mais do que 10% da sua carteira de investimentos. Se uma ação atingir esse patamar, a sugestão é que você adquira outra, sem deixar de investir nos fundos de índice.

E aí, gostou das dicas? Se sente mais preparado para entrar no mercado financeiro de ações? Ficou alguma dúvida? Deixe um comentário aqui embaixo e converse com a gente!

Já imaginou investir no mercado financeiro? É um tanto quanto assustador, não é mesmo? Pois a ideia da Bolsa de Valores e de investir em ações parece algo bastante distante da realidade da maioria das pessoas e afasta aqueles que não possuem um acesso fácil a este novo mundo, repleto de possibilidades.

Mesmo para você que já deu os primeiros passos como investidor ao aplicar recursos em fundos de renda fixa ou em títulos do Tesouro Direto, e outras aplicações de menor risco, pode ter um certo medo de dar um passo além, já que o investimento em ações não tem a mesma garantia de retorno do dinheiro investido como nas modalidades citadas anteriormente. E faz sentido, pois é preciso um certo conhecimento e, qualquer decisão tomada errada ou no calor do momento, pode colocar tudo a perder.

É normal ter essa dúvida. Mas acalme-se que neste artigo vamos trazer orientações e dicas para que você perca o medo de investir em ações e comece a dar os primeiros passos nesse mercado, com total segurança, até você ter um bom domínio sobre esse processo.

E como isso é possível? Bem, vamos focar inicialmente em uma estratégia de investimento passivo, em que você terá apenas que comprar os ativos certos e aguardar que eles se valorizem por 10 anos ou mais. A ideia aqui é facilitar a sua vida, já que você não tem o conhecimento todo para analisar as ações e, no curto prazo, sair comprando e vendendo, ganhando e perdendo dinheiro. Com isso, você não precisará acompanhar o andamento do mercado de ações, dando tempo para os seus outros afazeres. Depois, vamos desvendando os passos seguintes para você se diversificar ainda mais seus investimentos. Vamos lá!

  1. Crie uma reserva emergencial

Antes de iniciar seus investimentos em ações, você deverá criar um fundo pessoal com uma reserva para emergências. Isso irá protegê-lo de qualquer problema que ameace seus investimentos. Por exemplo: caso você precise de algum dinheiro no curto prazo e não tenha um fundo emergencial terá que vender suas ações no mercado rapidamente, estando sujeito às oscilações normais de um mercado volátil, o que poderá fazer com que você perca muito dinheiro.

A sugestão é que sua reserva seja de pelo menos três vezes as suas despesas mensais mais importantes e que esse montante esteja aplicado em um investimento mais conservador e que possua alta liquidez. Como exemplo, podemos citar o Tesouro Selic, que os rendimentos correm de acordo com os juros da taxa Selic, que rege a nossa economia, e que pode ser resgatado antes de seu vencimento, com possibilidade de boa rentabilidade.

  1. Guarde dinheiro

Guarde dinheiro? Mas como assim? Eu já vou ter que formatar um fundo emergencial. Agora vou ter que juntar ainda mais? Sim. Mas calma, você vai entender. O item 1 sugere que você crie um fundo para utilizar em alguma emergência que não comprometa suas ações. Agora aqui é que você vai reunir o capital para começar a aplicar na Bolsa de Valores, correto?

Não há um valor mínimo para você começar a investir, mas recomendamos que você reúna pelo menos R$ 5.000,00 para início de conversa. Esse valor é para garantir que você tenha verba para cobrir custos de custódia e corretagem que poderão ser cobrados e que causarão um impacto grande na sua rentabilidade caso você invista valores muito baixos.

  1. Abra uma conta em uma instituição de corretagem

Quem deseja investir na Bolsa de Valores precisa antes abrir uma conta em uma corretora de valores. Essa pode ser uma tarefa complicada, ainda mais se você busca aquela que fará você gastar menos com taxas. Cada corretora tem o seu preço e você precisará pesquisar bastante para encontrar a melhor opção. Há casos que, dependendo do investimento, ele poderá até ser isento da taxa de corretagem. Você precisará estudar se o montante que você quer investir terá uma rentabilidade que valha a pena após o desconto dos valores pagos à instituição financeira.

Lá você deverá apresentar diversos documentos e também responderá a uma série de questionamentos, informando desde sua renda, dados pessoais e profissionais. Além disso, você passará pelo teste de suitability, uma vasta sequência de perguntas detalhistas que ajudarão a definir o seu perfil de risco e que tipo de investimento você estará apto a fazer.

  1. Compre fundos de índice

Uma ótima maneira de começar a investir na Bolsa de Valores é por meio dos fundos de investimento passivos, casos dos fundos de índice, ou ETF. Esse tipo de fundo é gerido por profissionais, assim como nos investimentos mais comuns, fazendo com que você não tenha que se preocupar com isso o tempo todo, menos ainda se voltar a escolher ações individuais, um processo bem mais complexo. Assim, você alcançará um resultado mais benéfico às suas aplicações.

Não há necessidade de buscar a diversificação das ações dos fundos de índice, pois eles já são diversificados, isto é, possuem várias ações diferentes. Esse tipo de fundo acompanha um índice específico, propiciando que você alcance um retorno médio do próprio mercado. Pode parecer pouco, mas, para um investidor que começa agora a dar seus primeiros passos no mercado de ações, trata-se de um belo início.

  1. Sempre que puder, adquira mais fundos

Após ter investido nos fundos de índice aquela verba separada para o início, você deverá destinar mensalmente parte de seu salário para comprar mais fundos deste tipo. Adotar a compra periódica de ações está dentro de uma estratégia de consolidar uma posição de forma gradual. Ou seja, ao invés de investir R$ 5.000,00 de uma vez com um dinheiro já armazenado anteriormente, você pode fazer contribuições periódicas de R$ 1000,00, por exemplo.

Isso permite que você possa adquirir ações de forma fixa não apenas quando o mercado vive dias bons, mas também quando ele está em momentos de baixa. Desta forma, você se habilita a comprar mais ações quando elas estão mais baratas, adquirindo menos quando elas estiverem caras, porque você sempre terá dinheiro para aplicar nelas.

Essa estratégia é indicada especialmente para que você obtenha resultados positivos no longo prazo. Isto é, pode ser que as ações fiquem no vermelho por um período, mas não quer dizer que não irá recuperar seu dinheiro. É preciso que você espere que elas subam para poder vender e não receber menos do que investiu. Por isso, calma e canja de galinha não fazem mal a ninguém.

  1. Aprenda o que puder sobre ações

 

Se você quer ir além dos fundos de investimento passivo, você deverá começar a adquirir ações individuais, muito mais voláteis no mercado financeiro. Para que sua empreitada dê bons rendimentos, é vital que você aprenda o máximo que puder antes de entrar nessa área que é bem mais arriscada.

Você pode utilizar o passo dado a partir deste artigo em que acumula capital por meio de investimentos de fundos de índice para estudar a respeito do mercado de ações individuais e aprofundar seus conhecimentos, seja por meio de livros, cursos, sites sobre investimentos etc.

Uma sugestão para ajudar ainda mais você a conhecer esse universo é buscar simuladores da bolsa online. Nele você poderá arriscar à vontade para conhecer como funciona o sobe e desce dos preços das ações, mas sem comprometer seu patrimônio. A Folhainvest (http://folhainvest.folha.com.br/) possui esse tipo de simulação, além de ser um bom canal de conteúdo sobre a Bolsa de Valores. Após cumprir esta etapa você poderá aplicar em ações individuais.

  1. Invista em ações individuais, mas vá com calma

Bem, depois de percorrer todo esse processo, se você se sente seguro em começar a arriscar mais, poderá investir em ações individuais. Mas permita-nos oferecer uma dica conservadora: faça isso de forma gradual e segura. A ideia é que você adquira uma ação por vez até completar a carteira desejada. Isso proporcionará uma maior proteção a você para o caso de ocorrer algum prejuízo nas ações individuais, já que você já estará resguardado pelos dividendos advindos dos fundos de índice.

Ainda assim é importante que as ações individuais não representem mais do que 10% da sua carteira de investimentos. Se uma ação atingir esse patamar, a sugestão é que você adquira outra, sem deixar de investir nos fundos de índice.

E aí, gostou das dicas? Se sente mais preparado para entrar no mercado financeiro de ações? Ficou alguma dúvida? Deixe um comentário aqui embaixo e converse com a gente!

 

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Tesouro Selic: uma forma segura e eficaz em obter retorno em investimentos

 

Dicas para conservadores investirem na Bolsa de Valores

Dicas para conservadores investirem na Bolsa de Valores

Você é uma pessoa que busca aumentar o seu patrimônio, tem poupado dinheiro, começou a aplicar em títulos de renda fixa, mas está cansado da rentabilidade obtida com esse tipo de investimento? No entanto, não quer deixar seu perfil conservador? Ótimo, pois este artigo é para você! Aqui apresentaremos algumas estratégias de baixo risco que farão você poder investir sem perder seu perfil conservador.

Há muitas maneiras de conseguir aumentar a rentabilidade de seus investimentos no mercado financeiro sem se expor muito aos riscos que a Bolsa de Valores oferece em contrapartida a quem quer maiores rendimentos. A questão aqui é que, ao optar pela opção mais conservadora, você deverá ter em mente que o retorno não será tão imediato, será preciso tempo para colher os frutos dessa semeadura.

Em primeiro lugar você deverá ter em conta o prazo da aplicação – normalmente um tempo mais longo. Além disso, você terá que analisar a possibilidade de fazer um reequilíbrio com os investimentos em renda fixa baseado no seu patrimônio e idade. Será preciso também escolher ações de empresas a partir de certas informações, tais como: estar no Índice Ibovespa (que lista as ações mais negociadas do ano anterior), fazer parte do Novo Mercado (padrões de governança e transparência exigidos para a abertura de capital) e ter histórico positivo quanto ao pagamento dos rendimentos.

Tudo isso ajudará a reduzir o risco que você estará exposto ao comprar e vender ações, fazendo com que o impacto no caso de queda dos preços de seus papéis seja menor em seus lucros. Além disso, vai propiciar que sua rentabilidade cresça substancialmente no longo prazo, tanto por conta da oscilação dos preços da sua carteira quanto pelos recebimentos dos dividendos e também dos juros do capital aplicado. A seguir detalharemos melhor cada uma vessas estratégias.

 

Um prazo conservador

 

O mais comum na Bolsa de Valores é ter pessoas ganhando dinheiro por meio da compra e venda de ações no curto prazo. O sujeito age por especulação, apostando em altas e baixas súbitas dos papéis. Mas aqui estamos buscando alternativas para quem é conservador e, convenhamos, esse cenário descrito não tem nada a ver com alguém mais comedido.

E sabe porquê? Para você atuar no curto prazo é preciso um enorme conhecimento e também um acompanhamento incansável de sua parte em cima do mercado, além de ter muita vontade de arriscar, e estômago para saber perder. Agora, se você não vive de rendimentos, trabalha em outra área e tem uma família para cuidar, vai ficar difícil encontrar tanto tempo para investir nisso, não é mesmo? E a ideia também não é correr riscos exagerados em troca de lucro fácil, que também pode trazer grandes prejuízos.

Para manter seu perfil conservador, uma ótima estratégia é investir no longo prazo, ou seja, de dois anos para cima. Você deverá fazer um planejamento que leve em conta o resgate desse investimento apenas depois de muito tempo, pois a ideia aqui é comprar e aguardar. Não adianta querer sacar esse capital antes, pois você poderá perder dinheiro. O valor investido deve ser indicado no seu planejamento orçamentário apenas com esse objetivo. Não adianta contar com ele paga parar alguma dívida ou viajar em um período menor que dois anos.

E por que longo prazo? Oras, o pensamento aqui é que com um período mais extenso se valorizem apenas empresas mais sólidas, com boa governança e com perspectiva positiva de crescimento. E mesmo que os preços das ações caiam nesse intervalo, há tempo para que elas se recuperem e ainda você poderá receber dividendos nesse período.

Quanto o conservador deve investir na bolsa

Quem já possui um bom patrimônio acumulado, ou mesmo jovens e pessoas com poucas dívidas e compromissos tendem a investir grandes somas de sua verba em renda variável (ações, fundos de ações e demais derivativos). Aquele investidor de perfil agressivo costuma aplicar 40% de seu patrimônio ou chegar a até 60% de seu rendimento líquido nesse tipo de carteira. Ou seja, ele se expõe muito ao risco.

Agora, se o seu perfil é conservador, você irá procurar aplicar uma porcentagem bem menor do total do seu patrimônio. Isso irá diminuir o seu risco de perder dinheiro investindo em ações individuais? Não. Porém, a diferença aqui é que o impacto desse suposto prejuízo em toda a sua renda será muito menor se você investir R$ 10.000,00 do que alguém com perfil agressivo que aplicou R$ 100.000,00. E se você é um investidor conservador, deve manter sempre a balança desequilibrada, ou seja, seus investimentos devem pender mais para títulos de renda fixa e menos em ações.

Essa conta pode ser feita de uma maneira simples. Utilizamos aqui a “regra dos 70”. No caso do investidor conservador, a ideia é que você subtraia sua idade de 70. O resultado seria a porcentagem as ser aplicada em ações. Por exemplo, se você tem 35 anos, então a conta seria 70 – 35 = 35. Ou seja, do total de recursos que você dispõe para investimentos, 35% deveriam ser alocados em renda variável.

A ideia da “regra de 70” está baseada na questão da idade, isto é, um jovem tem mais tempo e condições de se recuperar de um período de baixa do mercado, enquanto que alguém mais velho tende a ter mais contas para pagar e não tem mais tanto tempo para se recuperar de possíveis prejuízos.

Ainda que essa conta lhe ajude a obter um norte, aqui vai uma dica: não invista mais de 20% do seu patrimônio total, o que inclui casas e carros, em renda variável. Outra recomendação: nunca aplique em papéis de ações mais de 40% do dinheiro que você tem para investir. Se você tem perfil conservador, obrigatoriamente terá que aplicar o restante disponível em renda fixa e outros tipos de investimento com baixo ou mesmo nenhum risco.

As melhores ações para um conservador

Empresas médias e pouco capitalizadas podem oferecer um bom retorno a quem investe nelas. Porém, com o aumento da possibilidade de rentabilidade, há também o acréscimo proporcional do risco de sofrer algum abalo em seu patrimônio. E como a ideia deste artigo é dar dicas a quem tem perfil conservador, fuja de companhias pequenas e médias, desconhecidas e pouco capitalizadas.

Como já mencionamos preliminarmente mais acima, o investidor conservador deve buscar empresas consolidadas no mercado, sólidas, organizadas e, de preferência, ligadas a setores que fazem parte do crescimento da economia, do Brasil e do mundo. Não à toa, essas companhias são as que mais têm ações negociadas na Bolsa de Valores, estando sempre listadas no Índice Ibovespa.

É vital também ficar atento às empresas que aderiram a boas práticas de governança. Isso conta pontos e diminui o risco de perda de dinheiro. Suas ações estão na Bolsa de Valores marcadas com a sigla “NM” após o nome da instituição na descrição do papel. O “NM” nada mais é do que o “Novo Mercado”, o mais alto grau de governança corporativa que uma companhia pode chegar no Brasil.

Outra forma de você diminuir os riscos de prejuízo no volátil mercado de ações é investir em papéis diversos. Mas não basta aplicar em companhias distintas, você deve colocar seu dinheiro em setores diferentes da economia brasileira. Por exemplo, sua carteira de ações poderá ter papéis do setor alimentício, construção civil, energético, financeiro, siderurgia etc.

Isso porque, cada setor reage de uma maneira distinta em meio a uma crise internacional ou mesmo diante de uma queda no consumo, por exemplo. Com essa diversificação, você se protege de perder grandes somas se investisse apenas em uma empresa ou em um setor em específico, pois a probabilidade de que várias áreas da economia enfrentem os mesmos problemas ao mesmo tempo é bem menor. O mesmo vale ao contrário: companhias diferentes podem aproveitar melhor boas oportunidades de crescimento e propiciar bons rendimentos a seus acionistas.

Outra forma de ganhar dinheiro investindo em ações de empresas é justamente obter parte dos lucros que lhe cabe da própria companhia. Afinal de contas, quando você compra um papel de determinada instituição você se torna sócio dela. Há empresas que repassam pouco de seus lucros para os acionistas. Mas existem outras que distribuem mais.

O investidor conservador deve ficar atento aquelas que pagam mais e que tenham em seu histórico um bom retrospecto como pagadoras. Confira como e quanto a instituição que você pretende investir tem pago nos últimos anos. Para que o investimento valha a pena é importante que a empresa pague ao menos o que a poupança rende anualmente.

 

Leia também Aprenda como Ganhar Dinheiro com Fundo Imobiliários

Aprenda como ganhar dinheiro com os Fundos de Investimento Imobiliário

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Investir em imóveis pode ser uma forma bastante profícua para quem quer aumentar o patrimônio de forma segura e sem muitos riscos. Cada vez mais pessoas compram casas ou apartamentos não apenas movidas pelo chamado “sonho da casa própria”, mas também para proporcionar uma rentabilidade no futuro.

Se a possibilidade de aumentar patrimônio seduz, a capitalização do investimento desanima na outra ponta do negócio. Isso porque a liquidez é baixa, isto é, você não terá um retorno tão rápido. Afinal, comprar e vender imóveis não é algo que ocorre de um dia para o outro, envolve questões complexas que podem até mesmo tirar parte dos seus lucros.

Uma alternativa para fugir desse problema é conhecer os Fundos de Investimento Imobiliário (FII), um verdadeiro “condomínio de investidores” que aplicam seus recursos em qualquer tipo de negócios de base imobiliária, seja em empreendimentos imobiliários em construção, seja em imóveis prontos e que podem render uma boa grana, casos de hospitais, edifícios de escritórios e shopping centers. É possível também realizar investimentos dos recursos do fundo na compra de títulos relacionados a empreendimentos no setor, casos das Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) ou dos Certificados Recebíveis Imobiliários (CRIs).

 

 

Como funciona esse tipo de investimento?

Esse conglomerado de investidores se une para adquirir o todo ou cotas daquele imóvel, com o objetivo de obter lucros por meio da exploração da locação, arrendamento, venda do imóvel, entre outras modalidades imobiliárias.

Agora, mesmo se você for o titular de uma das cotas, não pode exercer nenhum poder real sobre o imóvel ou o empreendimento que faz parte do fundo. E aqui está a grande diferença de você contatar uma construtora ou imobiliária e comprar um apartamento ou casa direto na fonte, que você tem o controle total daquele imóvel, seja ele pronto ou na planta. Neste caso, o imóvel que você possui cota está atrelado a um fundo gerido por uma equipe que vai procurar rentabilizá-lo e dividir os rendimentos entre os cotistas.

Mas você deve estar se perguntando: como funcionam os fundos imobiliários? Bem, calma, pois é menos difícil do que pode aparentar. E justamente por ser bastante simples e acessível, cada vez mais pequenos investidores têm entrado nesse tipo de aplicação. Basicamente, a operação ocorre de forma semelhante ao mercado de ações, afinal de contas, suas cotas são negociadas na Bolsa de Valores.

É possível comprar cotas nas chamadas ofertas públicas ou negociando com outros investidores no que é conhecido como mercado secundário, cuja operação pode ser feita online por meio das corretoras de valores.

Ao adquirir a cota, você fará parte de um grupo de investidores responsáveis por um imóvel. Esse “condomínio” será gerido por uma empresa que irá negociar cotas, pagar as taxas e distribuir os rendimentos entre os participantes (veremos mais adiante sobre isso).

Vantagens dos Fundos de Investimento Imobiliário

A grande vantagem desse tipo de investimento é a valorização das cotas, que pode permitir que você venda sua parte por um dinheiro maior em relação aquele que você investiu para participar do fundo.

Outro ponto extremamente positivo para quem adere aos Fundos de Investimento Imobiliário é o fato de poder receber mensalmente o lucro líquido do imóvel adquirido. Assim como se você estivesse alugando um imóvel, você tem direito a parte do lucro, junto dos demais “condôminos” do fundo. Cerca de 95% do lucro líquido é repartido entre os cotistas.

Como se pode ver, a liquidez é importante e se coloca como uma das principais vantagens para quem investe nesse tipo de fundo. Como já mencionado, a compra e venda de imóveis é mais demorada e complexa, enquanto que nos fundos a cota é bem mais simples de ser negociada, justamente por ser semelhante ao mercado de ações. Isso pode ser bastante atrativo para aquelas pessoas que possam precisar reaver os recursos aplicados em algum momento.

Possibilidade de risco nesse tipo de investimento

Como todo negócio que envolve ações, há riscos também nos fundos de investimento imobiliário. Especialmente levando em conta a atual crise econômica, que pode acabar impactando todo o setor. Um exemplo disso é a queda no preço dos imóveis, que pode fazer com que os valores das cotas percam liquidez.

O mesmo vale para a taxa de ocupação dos empreendimentos que fazem parte do fundo. Se tiver muitas salas vazias em um edifício comercial, por exemplo, isso vai afetar o valor do prédio e das cotas. Para os casos de imóveis em construção, o atraso na realização das obras certamente irá dificultar um acréscimo do preço e, consequentemente, a distribuição dos dividendos aos membros do “condomínio” de investimento.

Outra complicação para quem adere a esse tipo de investimento é o que os especialistas chamam de risco de liquidez. E como isso ocorre? Bem, como você faz parte de um grupo de investidores em determinado imóvel ou empreendimento, isto é, você é membro de um “condomínio fechado”, não é permitido que você resgate as suas cotas.

Esse tipo de situação é permitido apenas no caso de liquidação do fundo, definido em assembleia geral por todos os cotistas, ou ainda nos casos em que o investimento tenha um prazo definido. Ao término desse período é possível, então, fazer o resgate.

A única maneira de você se livrar desse fundo e reaver seu dinheiro é vendendo sua cota para outro investidor. Ao mesmo tempo que você poderá receber um valor maior do que investiu, o mesmo ao contrário poderá ocorrer, ou um maior tempo para conseguir encontrar um comprador, dependendo da época.

Custos e tributos dos fundos imobiliários

Os rendimentos recebidos nessa modalidade de investimento são isentos de Imposto de Renda (IR) para os investidores pessoa física. No entanto, há uma pegadinha aqui. Isso porque, para que a isenção se configure, é preciso atender algumas condições impostas pela Lei 11.196/05 e dispostas a seguir:

– O cotista deverá ter menos de 10% das cotas do fundo;

– O fundo de investimento precisará ser formado por, pelo menos, 50 cotistas;

– Cotas deverão ser negociadas exclusivamente na Bolsa de Valores ou em um mercado de balcão organizado.

Já no caso de compra e venda de cotas, caso haja um ganho de capital em uma dessas operações, é preciso arcar com o imposto de 20% sobre os lucros.

Com relação aos custos, é preciso estar atento, pois há uma série de taxas embutidas nesse processo e que deverão ser levadas em conta antes da decisão de aplicar nos fundos de investimento imobiliário.

O primeiro deles é a taxa de administração, que paga a estrutura responsável pela gestão do fundo e a distribuição dos rendimentos. Esse valor varia de acordo com o fundo e a instituição responsável.

Há também a taxa de performance, que é cobrada pela equipe que gere o fundo em como forma de remuneração extra pelo resultado alcançado. Existe ainda a taxa de colocação, que é uma espécie de comissão pela comercialização das cotas do fundo. Por último, vale atenção para uma provável cobrança de ágio na negociação dos imóveis, algo nem sempre fácil de se notar.

Como se vê, há mais vantagens do que desvantagens em aplicar em fundos de investimento imobiliário, podendo ser uma ótima saída para alcançar uma rentabilidade alta em um menor intervalo e tempo. Mas, claro, vale tomar certas precauções para não angariar problemas ao invés de lucros. Por tudo isso, é importante fazer uma boa pesquisa antes de entrar nesse tipo de fundo. E leia tudo o que envolve a proposta, regulamento, prospecto, pois ali constam detalhes importantes que poderão ajudar na sua tomada de decisão.

 

 

Leia também sobre o Tesouro Selic

Tesouro Selic: uma forma segura e eficaz em obter retorno em investimentos

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Quem busca realizar investimentos no mercado de ações, mas não pretende fazer nada arriscado, o Tesouro Direto pode ser uma excelente opção, pois você adquire títulos públicos do governo federal e obtém um retorno em cima desse investimento envolvendo muito pouco risco. E dentro dessa modalidade, uma das formas mais conservadoras e que vão garantir um bom retorno financeiro é o chamado Tesouro Selic, que até 2015 se chamada LFT (Letra Financeira do Tesouro).

 

Podendo ser adquirido por qualquer pessoa que tenha vontade de se tornar um investidor, o Tesouro Selic produz muito mais rendimento do que uma poupança, por exemplo, e se converte em uma alternativa bastante promissora para quem está dando os primeiros passos nesse mercado.

Trata-se do único título público que possui sua rentabilidade pós-fixada, ou seja, você só saberá quanto receberá quando o título vencer ou caso você o resgate antecipadamente. Por essa característica também, é um modelo de fluxo simples e que não requer muita expertise, indicado para quem deseja – ou necessite, em uma emergência – dinheiro de forma mais rápida.

Tesouro Selic e a taxa básica de juros

Vale salientar que o Tesouro Selic acompanha a taxa básica de juros (que também e chama Selic) que rege a economia. Ela é definida pelo Comitê de Política Monetária (COPOM) do Banco Central em reuniões que ocorrem a cada 45 dias. Por meio da Selic o Banco Central aponta caminhos e até mesmo define a política monetária e fiscal de um governo federal.

Isso porque, a Selic serve de referência para a cobrança de juros em empréstimos, crediários, financiamentos, entre outros. Ou seja, se a Selic está alta, os juros que vão compor algum tipo de parcelamento, por exemplo, serão maiores. Se a taxa cai, os juros das negociações bancárias e financeiras tendem a diminuir.

Não à toa, a previsão é de que o Tesouro Selic provenha o maior ganho real dos últimos 10 anos aos investidores em 2017, mesmo em um ciclo de cortes da Taxa Selic. Isso porque, essa redução tem ocorrido por conta de uma queda também na inflação, que influencia em outra modalidade de investimento em Tesouro Direto, o Tesouro IPCA que será comparado neste artigo.

Uma forma de poder acompanhar o andamento da taxa Selic na economia e, consequentemente, em seu investimento em Tesouro Direto Selic, é ler o noticiário econômico, em especial quando ocorrem as reuniões do Banco Central.

O próprio banco faz pesquisas semanais com economistas para perceber para onde os ventos da economia nacional sopram. O conteúdo desse levantamento é publicado no Boletim Focus, que contém previsões desses especialistas para a Taxa Selic no ano e no seguinte. Tais referências auxiliam você a projetar seus rendimentos em Tesouro Direto Selic.

Como devo investir no Tesouro Selic

Outro ponto positivo para quem está ingressando no mercado de investimentos é que com pouco você já consegue começar. Bastam R$ 30 para aplicar. Você precisará procurar uma instituição financeira que esteja autorizada pela Bolsa de Valores para fazer a intermediação da negociação entre você e o governo. Bancos e corretoras estão habilitados para fazer esse tipo de trabalho.

Apesar dos títulos públicos serem similares às ações, ou seja, possuírem preço unitário, a vantagem no Tesouro Direto é que os investimentos podem ser menores, adquirindo, inclusive, frações de um título, não necessariamente ele todo. Pode-se adquirir até mesmo pedaços de até um quinto do título.

O investimento em Tesouro Selic é dos melhores, pois seus riscos são mínimos. Especialistas consideram os riscos de crédito, ou seja, de um calote por parte do governo algo praticamente impossível, pois isso provocaria uma reação em cadeia muito negativa no mercado, só trazendo prejuízos para o Brasil.

No aspecto de um possível risco de mercado, como o Tesouro Selic acompanha as variações da taxa Selic e esta não varia tão profundamente quanto os prefixados, por exemplo. Por isso, a possibilidade de perda de dinheiro é mínima mesmo no caso do investidor precisar efetuar um resgate antes do vencimento do título. Isto é, sua liquidez diária é melhor ao se comparar com as outras modalidades de Tesouro Direto, como veremos com mais detalhes a seguir.

Modalidade mais segura do que as outras

Por possuir poucos riscos, o Tesouro Selic é uma modalidade mais segura no comparativo com as demais. Mesmo se você levar em conta o fato de que não tenha como saber o rendimento no ato da contratação.

Nos títulos prefixados, por exemplo você já tem o rendimento definido no ato da compra do título público. Porém, o que vai diferenciar positivamente para o Tesouro Selic é par ao caso de você necessitar uma antecipação do resgate do valor investido.

Certamente, se você aguardar até o vencimento dos títulos, os prefixados são 100% seguros em relação ao valor final e à taxa do período, garantindo um bom rendimento ao investidor. Porém, caso seja necessário se desfazer dos títulos antes deles terem vencido, você ficará sujeito a uma rentabilidade negativa, já que ele pode variar bastante quanto aos seus valores, perdendo a certeza estabelecida no ato da compra do título prefixado.

Isso não ocorre no Tesouro Selic pós-fixado, já que ele não possui rentabilidade negativa. No primeiro mês pode haver uma variação de seus papéis para menos, mas isso ocorre por conta do Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguros (IOF) regressivo e o Imposto de Renda, que levarão todo o seu rendimento, além das taxas operacionais cobradas de forma antecipada. Depois disso, os rendimentos só vão crescer dentro da modalidade Selic.

Por isso mesmo, o Tesouro Selic é a melhor opção para quem pode precisar de dinheiro a qualquer momento, facilitando uma boa rentabilidade para quem necessitar resgatar o valor investido e seus rendimentos antes da data de vencimento dos títulos públicos.

A mesma premissa vale em um comparativo com o Tesouro IPCA, que leva em conta a inflação. Se você não resgatar antes nenhum deles, o IPCA vai render a variação da inflação no intervalo, além de um valor que você já saberá no ato da compra do título. Em geral esse rendimento acaba se tornando maior do que no Tesouro Selic.

Agora, se você tiver que se desfazer do título antes da data de vencimento dele, poderá receber um rendimento inferior ao contratado, pois o título será negociado pelo valor de mercado daquele momento, em uma variação muito mais abrupta do que na Selic, em que as taxas de juros são mais sólidas.

Taxas e tributos a pagar no Tesouro Selic

Ao escolher aplicar no Tesouro Direto, e isso vale também para as modalidades Prefixado e IPCA, é preciso estar atento às taxas que bancos e corretoras cobram para negociar os títulos públicos. É o que se chama no mercado de taxa de agente de custódia.

Vale dizer que algumas empresas isentam o investidor de tal valor, mas há casos em que é cobrado até 2% ao ano, o que pode comprometer os seus ganhos. Há outra taxa cobrada pela própria Bolsa de Valores pela custódia dos seus títulos. Trata-se de 0,30% ao ano sobre o total dos papéis.

Preste atenção também na tributação de Imposto de Renda. Quanto mais tempo leva para o resgate do valor, mais o desconto cai. Por exemplo: se você resgatar algum título em até 180 dias, a taxa paga será de 22,5%. De 181 dias até 360, a tributação cede para 20%. Se você vender os títulos entre 261 e 720 dias, será taxado em 17,5%. Agora, se sua aplicação for resgatada a partir de 721, o imposto a ser cobrado diminui para 15%.

 

 

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Leia também Como se Cadastar na Hinode

A importância de poupar dinheiro para investir e ter uma boa saúde financeira

A importância de poupar dinheiro para investir e ter uma boa saúde financeira

O hábito de poupar dinheiro. Tão desacreditado e pouco utilizado pelos brasileiros, o ato de guardar dinheiro continua sendo muito importante para que você tenha uma vida financeira saudável para poder realizar investimentos ou mesmo desenvolver projetos futuros.

O ideal é que você economize dinheiro e também invista, pois assim aumentam as chances de você ter dinheiro e não sofrer com imprevistos ou mesmo emergências, além de ter a chance de colocar em prática coisas que você sonha para si e para a sua família. No entanto, ambos têm papéis diferentes em sua vida. Vamos explicar um pouco mais sobre isso a partir de agora.

Em primeiro lugar, poupar dinheiro está relacionado com o seu esforço em deixar de gastar dinheiro para fazer alguma reserva. Normalmente você economiza até chegar a uma quantia que permita você adquirir algo, como um carro, uma casa, uma viagem etc. ou mesmo para cobrir alguma despesa de última hora.

Já o investimento se refere a aplicar parte de seu salário para que ele aumente e traga maiores dividendos a você. Para alcançar este objetivo é necessário alocar os valores em ativos financeiros, como ações e títulos públicos ou privados.

Agora, para que você consiga começar a investir é necessário que desenvolva a capacidade de poupar dinheiro. Tendo esse hábito, você sairá do aperto financeiro e poderá alçar voos maiores em busca de uma saúde financeira mais satisfatória, que oportunize uma vida também mais plena.

Por que eu devo poupar dinheiro?

Bem, há vários motivos que demonstram a você a importância de poupar dinheiro e o quão isso poderá ser benéfico para sua vida. Algumas coisas já foram mencionadas neste artigo, mas a partir de agora aprofundaremos alguns aspectos e detalhes:

Alívio em momentos de recessão: em situações de crise econômica, como agora, ter uma poupança traz tranquilidade para você enfrentar os desafios impostos. Isso porque, obter empréstimos em períodos recessivos é mais difícil.

Proteção a imprevistos: quando você elabora planos e mesmo no desenvolvimento de novos hábitos financeiros como poupar, é vital levar em conta imprevistos que possam ameaçar seus objetivos. Acidentes, desemprego, problema de saúde, e muitos outros contratempos podem surgir à sua frente e, com uma reserva guardada, você não desequilibrará suas contas.

Mais pagamentos à vista: com dinheiro guardado você poderá adquirir produtos à vista, o que normalmente irá diminuir os valores, além de outras vantagens. Por outro lado, sem uma reserva, você poderá ter que fazer parcelamentos, o que implica em pagamentos de juros, multas e demais encargos que encarecerão seu orçamento.

Fonte de investimentos: como já mencionamos, ter uma poupança bem fundamentada propicia que você, caso queira, comece a saber mais informações sobre o mercado financeiro e passe a fazer investimentos, que farão o seu dinheiro crescer, produzindo uma segunda fonte de renda. Isso propiciará que você alcance, mais rapidamente, um crescimento financeiro, pessoal e profissional.

Liberdade profissional: com o passar do tempo, uma poupança recheada e com investimentos proporcionando rendimentos positivos, você poderá rever aspectos profissionais que lhe trazem insatisfação. Você poderá recusar algum projeto, trabalho ou até mesmo trocar de emprego, buscando tarefas mais prazerosas. Você poderá ainda optar por trabalhar menos para se dedicar mais à família, hobbies etc.

 

Aposentadoria mais tranquila: você poderá se dedicar em guardar dinheiro para ter uma aposentadoria mais sossegada, sem precisar depender do pagamento formal pelo governo, ainda mais em tempos de incerteza quanto a Reforma da Previdência. É um caminho possível juntar dinheiro que proporcione dividendos elevados durante o período de aposentadoria.

 

Como fazer para economizar dinheiro?

Além de você modificar hábitos financeiros em sua vida, para conseguir economizar dinheiro é preciso estabelecer metas e segui-las à risca. Tudo depende de uma enorme disciplina que você deverá ter, olhando sempre para os objetivos que você quer alcançar, afinal de contas, não é fácil ter que cortar gastos e definir que tipo de consumo é mais necessário ou importante para você e seus familiares.

Por isso, você deverá guardar, mensalmente, uma porcentagem determinada de sua renda, resultando em um valor maior em um determinado período de tempo. Por exemplo: você estabeleceu que em um ano irá guardar 5 mil reais e, para isso, estipulou guardar todo mês 5% de toda a renda familiar.

O ideal é que você comece por uma porcentagem modesta e se comprometa por um período (falaremos disso mais abaixo). Ao perceber que você consegue cumprir uma etapa, se sentirá mais confiante em guardar mais. Além disso, poderá desenvolver uma visão ainda melhor do que pode cortar para poder aumentar a porcentagem pouco a pouco.

Ou seja, com o passar do tempo e os avanços, mesmo que pequenos, você acabará se reeducando financeiramente, se sentindo bem ao perceber como o ato de poupar dinheiro em busca de uma meta desejada pode ser bastante positivo também do ponto de vista pessoal, e não apenas econômico.

Agora, para que isso aconteça de uma maneira adequada e bem organizada você deverá ir além de uma decisão de guardar uma porcentagem de seu salário. É importante que você faça um planejamento financeiro, estipulando metas de curto (até um ano e meio), médio (até quatro anos) e longo prazo (após quatro anos).

Com esses objetivos traçados você conseguirá mensurar melhor seu comportamento perante as despesas (e como contê-las), entenderá também os tipos de gastos e como você deverá agir para juntar os valores pretendidos e, por conseguinte, alcançar as metas desejadas.

Fique de olho nos gastos

Outro aspecto importante de se desenvolver uma saúde financeira satisfatória por meio da poupança é controlar os gastos, observando que tipo de despesa é importante para você e sua família. Isso porque, você não deverá se privar do que considera mais essencial.

O jeito é ter o hábito de criar uma planilha (seja no papel ou no computador) e anotar todos os gastos mensais. Mas não adianta preencher e deixar de lado. Você deverá atualizar a planilha de forma contínua, para que mantenha o controle da situação e saiba onde poderá economizar. Você poderá dividir em categorias, como casa, supermercado, lazer, despesas diversas etc.

Tendo esse verdadeiro mapa em mãos você poderá estipular porcentagens de sua renda para cada categoria, limitando os gastos de cada uma delas. É importante que você reflita a respeito do quanto você ganha e do quanto gasta para poder ser rígido na manutenção das escolhas.

Veja se as despesas podem ser substituídas por outros produtos ou mesmo serviços que tenham um preço menor. Há casos em que algo pode ser supérfluo e você pode simplesmente cortar dos gastos mensais. Analise também que investimentos podem ser feitos para abater custos mais à frente.

Quanto eu devo economizar por mês?

Essa resposta não é tão simples e vai depender do quanto é sua renda familiar mensal e das metas e planos elaborados por você antes de iniciar esse processo. Não adianta chutar um valor muito alto que você não consiga realizar. Mas também pouco adiantará se a quantia for muito baixa, pois os resultados não serão satisfatórios e haverá pouco dinheiro para investimentos e outros projetos.

Especialistas recomendam que você poupe pelo menos 10% do seu salário mensal. Porém, é possível traças metas curtas, até que a sua mente se acostume com a poupança. Por exemplo, nos três primeiros meses você pode economizar 1% de sua receita total. A partir do quarto mês, mais afeito a esse sistema de cortes de gastos e foco em projetos maiores, você pode aumentar para 5%. Após seis meses, ou quando você se sentir seguro, o valor poupado poderá saltar para 10%, 15%, até onde seu orçamento conseguir.

O importante é que você defina um percentual confortável e que possibilite que uma vida satisfatória e que, ao mesmo tempo, permita um futuro mais equilibrado e tranquilo financeiramente. Você deve sempre levar em conta os objetivos traçados, os gastos existentes, sua renda mensal e sua disposição em abrir mão de algumas coisas para alcançar outras mais à frente.

E você, já tentou poupar dinheiro e não conseguiu? Quanto já conseguiu poupar? Quer começar agora? Conte sua experiência para a gente nos comentários!

 

 

Leia também O que é Tesouro Direto e como investir

Tesouro Direto: o que é e como posso ganhar dinheiro com isso?

Tesouro Direto: o que é e como posso ganhar dinheiro com isso?

O Tesouro Direto é uma ótima opção para quem quer investir para aumentar seus ganhos, mas não está propenso a se arriscar, por medo ou desconhecimento, na compra de títulos públicos do governo federal.

O Tesouro Direto tem aumentado cada vez mais o número de adeptos, especialmente por conta do crescimento da inflação e de juros altos. Essa combinação tem beneficiado uma série de aplicações financeiras de renda fixa, que começaram a apresentar rendimentos bem mais elevados em comparação com a velha caderneta de poupança.

 

Para se ter uma ideia, no ano passado foram registrados 1,1 milhão de pessoas que investiram em Tesouro Direto, um aumento de 80% em relação à 2015, quando o total de investidores alcançou 644 mil pessoas.

No entanto, ainda que esteja vivendo um período de popularidade, existe muita confusão a respeito do funcionamento do Tesouro Direto. Há bastante insegurança entre as pessoas, o que sempre gera o questionamento se esta é mesmo uma boa aplicação financeira. A ideia deste artigo é fornecer informações que possibilite uma melhor compreensão sobre o Tesouro Direto, para que você fique mais confortável na hora em que resolver realizar algum tipo de investimento.

Vale explicar que você não investe diretamente em Tesouro Direto, mas sim em títulos públicos. O Tesouro Direto é um programa lançado em janeiro de 2002 pelo Tesouro Nacional em parceria com a BM&FBovespa. Ele permite que qualquer pessoa física invista na aquisição de papéis da dívida pública federal por meio da internet.

A ideia do governo federal à época era a de, como o próprio site diz, “democratizar o acesso aos títulos públicos”, oportunizando esse tipo de aplicação não apenas a quem investe nessa área, mas também a pessoas comuns. O investimento mínimo é de R$ 30, isto é, você poderá investir em Tesouro Direto agora mesmo, se assim desejar.

Antes da criação deste programa do Tesouro Nacional, o investimento em títulos públicos por pessoas físicas só era possível de forma indireta, ou seja, por meio de fundos de renda fixa, que possuem carteiras com a maior parte de recursos em títulos públicos. Agora, o processo está bem mais facilitado.

Como funciona o Tesouro Direto?

Para poder investir em Tesouro Direito você deverá abrir uma conta em um agente de custódia, que é uma instituição financeira (bancos e corretoras) que está habilitada pelo programa para operar títulos públicos.

Há diversas empresas que poderão fazer esse papel de agente de custódia, além de fornecer as informações necessárias para você começar a investir em Tesouro Direto. Por exemplo, você precisará enviar uma série de documentos que a corretora ou o banco irão pedir.

A instituição financeira faz a ponte entre você e o sistema do Tesouro Direto. Antes da compra de um título, você deverá transferir seus recursos para a empresa, que ficará como responsável pelo pagamento/liquidação da operação. Após ele ser liquidado, o título ficará sob a custódia da Bolsa de Valores, em uma conta em seu nome.

Diariamente o Tesouro Direto libera uma tabela com os títulos públicos à venda e que podem ser adquiridos pelo investidor. Na tabela há a identificação do título, preço unitário, taxa e data de vencimento.

Os títulos públicos são similares às ações, possuindo um preço unitário. Porém, com o intuito de facilitar que sejam investidos valores menores, o Tesouro Direto autoriza que sejam negociadas frações de até um quinto do título, o que corresponde a 0,2 de um título.

Para saber quantos títulos você conseguirá comprar será necessário dividir o valor a ser investido pelo preço unitário do título – faça a conta por múltiplos de 0,2. Por exemplo, se o título custa R$ 1.000 e você tem 600, você poderá comprar 0,6 de um título: 0,6 x R$ 1.000 = R$ 600.

Há risco de se investir no Tesouro Direto?

Os títulos públicos do Tesouro Direto são os que possuem menor risco de crédito, sendo, portanto, a aplicação financeira mais segura que existe no mercado. Como são papéis da dívida pública federal, você correria o risco de não receber o que aplicou apenas caso o país decrete falência, o que só poderia ocorrer após todos os bancos quebrarem. Trata-se de uma modalidade bem mais segura que CDB, LCI, LCA ou mesmo a poupança, que existe o risco de você perder o dinheiro se o banco falir.

No frigir dos ovos, você empresta dinheiro ao governo federal, que devolverá o que você aplicou, com o acréscimo de uma taxa de retorno sobre essa quantia ao término do vencimento do título. A chance de não receber o que investiu é quase zero.

No entanto, isso não quer dizer que não há riscos. Os títulos públicos relacionados à inflação e os prefixados podem variar bastante dependendo da dinâmica do mercado financeiro. Por isso, é importante conhecer a fundo como funciona cada um deles.

Tipos de títulos do Tesouro Direto

Há três modalidades de títulos públicos disponíveis: indexado à taxa básica de juros da economia (Selic); prefixado, que possui diferentes prazos de vencimento; e o último é atrelado ao IPCA, que mede a inflação do Brasil. Vejamos os detalhes de cada um deles:

Selic: os títulos indexados à taxa Selic são indicados ao investidor mais conservador, além daqueles que buscam liquidez, isto é, necessitam de dinheiro em uma emergência, pois dá para captar os recursos aplicados antes de vencer o título. Ela possui a menor variação entre os títulos.

Prefixado: neste tipo você já saberá o quanto irá ganhar no ato da compra do título. Isso pode ser positivo para quem deseja manter o investimento aplicado até o vencimento do título. Não importa o que ocorrer na economia, seus ganhos estão garantidos. Agora, se você precisar do dinheiro antes do vencimento, você dependerá da rentabilidade dessa modalidade no dia, que varia mais, justamente por ele ser prefixado. Em resumo, você poderá perder dinheiro caso tenha que resgatar antes.

IPCA: neste caso é possível ter uma rentabilidade real, ou seja, um retorno acima da inflação. Se você não resgatar o título antes de seu vencimento, receberá a variação da inflação no período e, também, uma taxa de retorno que você conhecerá ao comprar o título. Assim como nos títulos prefixados, caso você tenha que resgatar antes o investimento poderá receber um valor diferente do contratado, pois o papel será vendido pelo valor de mercado daquele dia.

Liquidez, custos e tributação no Tesouro Direto

Se você quiser, é possível resgatar seu investimento de forma antecipada ao vender títulos ao preço de mercado. O Tesouro Direto garante a recompra desses títulos diariamente, das 18h às 5h do dia seguinte.

Já quando os títulos vencem, seu dinheiro é depositado automaticamente na sua conta na instituição financeira e um e-mail é enviado a você para informar-lhe sobre o vencimento. O ideal é que você reinvista esse os rendimentos obtidos para que potencialize os ganhos cada vez mais.

No Tesouro Direto você deverá pagar até duas taxas. Uma delas vem da própria Bolsa de Valores, que cobra a taxa de custódia de 0,30% ao ano sobre o total do título por guardar os papéis do seu investimento. A segunda depende das corretoras, que podem ou não cobrar o que se conhece como taxa do agente de custódia em operações de títulos público.

Com relação aos tributos a serem pagos, no caso dos títulos públicos o valor cai conforme o prazo aumenta. Além disso, o imposto incide apenas no ato da venda ou no vencimento do título. Porém, não há o que se preocupar, pois a própria corretora faz o recolhimento dos impostos.

O ideal, portanto, é buscar títulos públicos com prazos mais longos, pois o tributo será menor. Isso porque, títulos com prazos menores que seis meses recém tributos da ordem de 22,5% dos lucros. Já se você adquirir títulos com prazo de dois anos de investimento, por exemplo, a alíquota é reduzida para 15% dos lucros.

E aí, se interessou em fazer investimentos em Tesouro Direto? Quer conversar com a gente a respeito, tirar dúvidas? Mande sua mensagem na caixa de comentários abaixo!

 

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Os produtos Hinode que mais vendem

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Todo o consultor que inicia no negócio na Hinode deve ser orientado pelos líderes quais os produtos que mais vendem na Hinode para que o este novo consultor tenha condição plena de iniciar o seu negócio de forma vitoriosa e que obtenha lucros o mais rápido possível.

Segue um vídeo de treinamento que fala dos 15 produtos mais vendidos na Hinode. Assistindo esse vídeo você estará apto para iniciar o seu negócio escolhendo os melhores produtos e obtendo um lucro magnifico na sua primeira compra.

 

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Agora você está apto a escolher os produtos em destaque na Hinode e ter os melhores resultados com vendas.

 

 

 

 

Leia também Como Se Cadastrar Na Hinode

Perfume – O que está no ar

Perfume – O que está no ar

 

Neste artigo falaremos do papel dessa ciência na busca e no desenvolvimento de substâncias aromáticas. Ela parte da origem histórica do perfume e vai até a intrigante maneira pela qual o nosso corpo interpreta os mais diferentes odores.

 

O perfume, de origem longínqua e incerta, move hoje uma grande indústria. Junto com cosméticos e itens de higiene pessoal, a perfumaria mobilizou em 2008 R$ 24,54 bilhões. Tudo isso graças aos avanços na química.

 

Não se sabe ao certo quando surgiu o conceito de perfume, cuja palavra deriva do latim per fumun ou pro fumun, que significa ‘através da fumaça’. Mas a história da perfumaria parece ter se iniciado antes das civilizações mesopotâmicas, consideradas o berço da humanidade e nas quais foram descobertos os primeiros recipientes para o acondicionamento de incensos, a versão inicial dos perfumes.

Em registros da Idade da Pedra, observa-se a presença de colares ornamentais, estatuetas femininas e pinturas rupestres com o uso de corantes, que ressaltam a importância da mulher como o ser da fertilidade e da beleza. No Neolítico – entre 7 mil e 2,5 mil a.C., no fim da Idade da Pedra –, o cultivo da terra, o desenvolvimento da cerâmica e o uso dos metais são indícios de que o ser humano se fixou e passou a viver ao redor da família.

De caçador nômade, foi alçado a ser coletivo, condição que exigiu dele se apropriar da racionalidade e de outras capacidades e estratagemas para conquistar o espaço comum. Nesse contexto, é razoável imaginar que os humanos fizeram uso da natureza não só para se alimentar e manter a prole, mas também com fins mais utópicos.

A história da Antiguidade revela que os materiais relacionados à perfumaria serviam a fins religiosos, bem como ao embelezamento e à alimentação, além de serem empregados para tratamento da saúde.

 

Rumo aos deuses

As primeiras sociedades da Mesopotâmia compreendiam que queimar incensos lhes facilitaria o caminho à vida eterna. A fumaça liberada pela queima de resinas, exsudatos, cascas e outras matérias orgânicas era a via de contato entre os humanos e os deuses, a quem eram oferecidas oferendas.

 

 

Em fragmento da decoração de um túmulo egípcio, observa-se a fabricação de perfume de lírio. As primeiras sociedades da Mesopotâmia compreendiam que queimar incensos lhes facilitaria o caminho à vida eterna. (fonte: Louvre)

Há décadas, sabemos que a fumaça tem uma composição química complexa, em que diversas substâncias estão presentes conjuntamente no estado sólido e gasoso. Por estar envolta no ar quente, a fumaça sobe e se dissipa lentamente, até sumir frente a nossos olhos. Assim, parece que o ser humano antigo acreditava que esse material volátil continuaria a subir sempre, chegando aos deuses, e que seria capaz de acompanhar a alma aos céus.

 

Parece que o ser humano antigo acreditava que a fumaça continuaria a subir sempre, chegando aos deuses

Mas o uso do calor sobre o material vegetal não se limitou à queima e teve grande impacto histórico na comercialização das ervas aromáticas e medicinais, gerando um dos negócios mais lucrativos da humanidade. A secagem controlada de partes das plantas estende a vida útil delas, o que permitiu a comercialização a longa distância, com implicações na disputa de territórios e nas grandes guerras.

Homens e mulheres perfumavam os ambientes e a si mesmos, enquanto esses materiais eram usados no combate às doenças e na conservação dos alimentos. Hoje, sabemos que essas aplicações se devem às propriedades antimicrobianas de várias substâncias químicas naturais, por meio das quais as plantas se defendem do ataque de invasores.

 

Perfume nos dias de hoje

O perfume atualmente remete a sofisticação e tecnologia levando a um alto nível de consumo no mundo, e em especial o Brasil que está entre os 5 maiores consumidores de perfume do mundo. Com uma infinidade de grifes e fragrância as opções são inúmeras e os consumidores são conquistados principalmente pelas campanhas de marketing que transmitem os conceitos da griffe, bem como belos frascos que igualam os perfumes a verdadeiras joias.

 

Frasco de perfume 1 million da Griffe Paco rabanne.

Famílias aromáticas

Amadeirados: os aromas amadeirados, como o próprio nome já deixa pista, recorrem às melhores madeiras para produzir aromas cheios de personalidade. Todavia, somente madeiras de luxo como o sândalo, o pinheiro selvagem e o cedro do Líbano conseguem atribuir ao perfume amadeirado características tão particulares como sua consistência e durabilidade. Algumas resinas balsâmicas nobres, como a mirra e o incenso, unem-se a este grupo, cujos aromas não podiam ser mais sedutores. Resultam em melhor performance quando combinados com os cítricos e os florais, podendo ser utilizados tanto em perfumes femininos como masculinos.

Chipre: esta família aromática carrega em si algumas peculiaridades. Seu nome inspira-se num famoso perfume de 1917, conhecido como “Cypre” criado por François Coty. Sua identidade é formada por traços singulares, que unem notas quentes e frias, extraindo o que há de melhor em cada uma delas, resultado da justaposição inovadora de notas cítricas com notas mais concentradas, que nos remetem à essência da terra, como madeiras e musgo, inovando assim, as referências olfativas do universo da perfumaria.

Fetos: esta categoria aromática presente, principalmente, nas mais tradicionais fragrâncias masculinas, está associada a aromas mais limpos e puros, isso está relacionado à própria origem do seu nome, oriundo do termo francês “fougères”, nome próprio de uma planta que curiosamente, pasmem, praticamente não tem cheiro! Neste sentido os aromas fetos buscam resgatar e reavivar o frescor das plantas herbáceas e das ervas, em nossa memória olfativa, relembrando o essencial da vida.

Orientais: a família das fragrâncias orientais vai buscar nas especiarias sua matéria-prima para nos proporcionar as mais intensas e exóticas experiências olfativas, tendo como base, para isso, a junção de especiarias como canela, anis, pimenta, baunilha e tantas outras, com aromas florais. Algumas essências como o musk, o almíscar, o âmbar e até algumas de origem animal, chegaram a ser há alguns anos, nota dominante nos perfumes orientais, mas o encarecimento destes produtos, pela sua raridade e seu caráter luxuoso, impulsionou os perfumistas a buscarem novas alternativas, mais econômicas e que pudessem reproduzir a singularidade destas essências. E foi assim que encontraram as “moléculas sintéticas equivalentes”, que permitem reproduzir qualquer aroma!

 

Categorias

  • Eau Fraiche (água doce): com concentração de 1% a 3% de óleo de perfume em álcool e água. Versão mais diluída da fragrância, dura menos de uma hora.
  • Eau de Cologne (colônia): com concentração de 2% a 4% de óleos de perfume em álcool e água, duração de cerca de 2 horas. Termo mais antigo para perfume.
  • Eau de Toilette (água de banho): Com concentração de 5% a 15% de essência de perfume dissolvida em álcool, duração de cerca de 3 horas.
  • Eau de Parfum (perfume): Com concentração de 15% a 20% de essência pura de perfume, duração de cerca de 5 a 8 horas.

 

 

Este foi um pequeno fragmento da rica história do Perfume e suas características especiais. Esperamos que goste!

 

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Leia também O que é marketing Multinível

O que devemos fazer com os bônus Hinode? Alavancar e multiplicar

O que devemos fazer com os bônus Hinode?

 

Muito ouvimos falar sobre treinamentos de venda, recrutamento, life style, entre outros assuntos envolvendo Marketing Multnível, mas pouco ouvimos falar o que devemos fazer com os bônus Hinode e como isso é fundamental em uma estratégia de crescimento. Todo negócio que se prese precisa de dinheiro para crescer, na Hinode não seria diferente. E  neste post falaremos sobre o Mindset correto que o empreendedor Hinode precisa ter para virar a chave e chegar logo ao tão sonhado Diamante.

 

 

Começaremos a falar do poder do investimento e como é importante o empreendedor Hinode desenvolver a visão de investidor em todas as áreas da sua vida. O investidor é a pessoa que desenvolve uma visão extremamente crítica sobre a sua posição atual, ou seja, a condição atual em que ela se encontre e consegue tomar decisões que vão leva-la a outro nível no médio e longo prazo, não olhando para necessariamente os ganhos presente. O investidor tem a capacidade de desenhar uma estratégia baseada em metas bem definida, e para isso usa o capital presente (o dinheiro que tem hoje) para se alavancar na sua trajetória.

 

 

Até aqui talvez você ainda não tenha entendido o objetivo desse post, mas tenho certeza que ficará claro para aqueles que chegarem ao final dele. É de extrema necessidade você primeiro entender uma das definições de investidor para então começar a olhar o seu ID na Hinode como a sua empresa, e então, entender de uma vez por todas que você não ganhará dinheiro sem investir em seu negócio.  E quando falo em investir não é só necessariamente falar em dinheiro, podemos investir tempo, conhecimento, entre outras coisas, mas te digo de antemão que qualquer investimento que você fizer sem o combiná-lo com dinheiro será extremamente ineficaz, o dinheiro é uma ferramenta de alavancagem muito forte quando utilizado de forma correta e inteligente.

 

 

Então, O que devemos fazer com o nosso bônus Hinode? A resposta é: Dividi-lo em partes e cada parte ter um propósito de uso, um objetivo muito bem definido para o alcance do seu bem estar e para graduação do próximo nível na empresa. Agora a pergunta que te faço é: O que você tem feito com o seu Bônus Hinode? Tem gastado tudo? Tem reinvestido no seu negócio? OU simplesmente tem aumentado o seu consumo de supérfluos como celulares e roupas (A imagem é algo extremamente importante, mas sem resultado não diz nada)? Se você se não tem uma estratégia bem definida de como chegar a Diamante e/ou não entende que chegar ao título de Diamante é só o primeiro passo para a sua Independência Financeira você está no lugar certo. Vamos as estratégias…

 

 

Sendo mais direto e entrando efetivamente na estratégia a ser utilizada. Divida o seu bônus Hinode em 3 parte por menor que ele seja, depois defina que 1/3 será para uso pessoal, 1/3 para reinvestir na Hinode e 1/3 reinvestir em algum investimento de boa liquidez (pode ser Tesouro Direto). Agora você terá uma meta bem definida para o uso do seu dinheiro, sabendo que está projetando o seu futuro ao separar 1/3 dos seus ganhos para bons investimentos de longo prazo, estará investindo para o seu prazo de curto prazo que será a mudança de título (seja ele qual for) e ainda assim terá uma parte para o seu agora.

 

 

Com o 1/3 do seu bônus Hinode separado para reinvestir no seu negócio você deverá usá-lo de forma criterioso, começando pelas reuniões, os TPS, os Grand Shows e etc. Mas preciso te orientar a ir além, você precisa pensar fora da caixa, precisa se diferenciar dos demais, então precisa desenvolver uma estratégia bem que ninguém, ou poucos estão desenvolvendo e estão tendo resultado. E como sugestão, te digo que coisas simples podem trazer grandes Leads para vocês.

 

Recentemente recebi de um consultor a dica de inserir no Google Maps a minha localização como consultor Hinode, e te digo que isso dá resultado. Um outro consultor me passou a dica de anúncio em grupos de vendas (sei que muitos tem feitos isso) porque ele consegue vender até 10 perfumes por mês a mais utilizando essa estratégia. Mas a dica mais importante que passo hoje é invista em você para começar, faça um curso de Coach por exemplo, faça um curso que vai te da autoridade em alguma área e use-o como o seu diferencial.  Recomendo a todos a fazer o curso O Poder do Foco do Paulo Vieira, que vai iniciar uma verdadeira transformação na sua vida.

 

Quanto mais investimento em você e no seu negócio mais resultado você terá e mais condição de chegar à tão sonhada Liberdade Financeira entre 2 a 5 anos . Agora não posso deixar de reforçar que se você não estiver investindo para longo prazo (Tesouro Direto, Ações, Fundo Imobiliários) você não chegará à condição de Liberdade Financeira independente do título que você chegar porque você não terá uma renda passiva gerenciada por você, será somente uma pessoa com alta remuneração. Em outros artigos dentro desse blog falo melhor sobre investimentos e o como criar simulações de investimentos para se ter mais informações sobre qual investimento melhor se adéqua à sua estratégia Financeira.

 

 

Segue o Link do minha última aula online sobre investimento e Hinode…

O primeiro passo para o sucesso – Educação Finaceira

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Leia também COMO SER DIAMANTE NA HINODE

 

E em breve mais conteúdo sobre investimento

Thiago Silva

Coach Financeiro e Empreendedor Hinode

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